segunda-feira, 7 de setembro de 2015

CONTRA O FECHAMENTO DAS ESCOLAS PÚBLICAS! EM DEFESA DA REFORMA DA ESCOLA ANÍBAL NUNES PIRES!*

Hoje vivemos uma grave crise econômica que começa a ter reflexos em nosso estado. O governo de Raimundo Colombo (PSD) já escolheu o lado. Ele quer que a educação pública, os trabalhadores e a juventude paguem pela crise. Ele hoje fecha escolas e deixa várias se sucatearem para economizar na educação pública e, assim, privilegiar grandes empresários e banqueiros, abrindo também mais espaço para a educação privada. Neste ano Colombo destinará R$ 7 bilhões para isenções de impostos aos grandes empresários e pagamentos de dívidas aos banqueiros.

Já tivemos pelo menos 5 escolas fechadas na Grande Florianópolis desde 2007, além de escolas como o Aníbal e Bela Vista que hoje estão ameaçadas. Tivemos até uma escola que desabou, a Vicente Silveira, em Palhoça. Colombo com o fechamento de escolas ataca também a qualidade ao superlotar salas de aula, deixar as escolas cada vez mais precárias, paga salários muito baixos aos professores e força o aumento da evasão escolar com os estudantes tendo que estudar em escolas mais distantes de casa, como conseqüência os estudantes gastarão mais com transportes públicos. Colombo também criminaliza as lutas da educação e não aplica a lei do piso nacional na carreira do magistério.

Essa política de destruição da educação pública é a que o governo Dilma Rousseff (PT) vem aplicando ao longo do seu governo, com a ajuda do Congresso Nacional liderado por Eduardo Cunha (PMDB) e até da sua oposição de direita liderada por Aécio Neve do PSDB. Ao adotar o lema a “pátria educadora”, Dilma cortou neste ano R$ 10,6 bilhões da educação pública, o maior corte de verbas da história do país na área. Esse lema é mais uma provocação aos educadores, estudantes e comunidade do que de fato uma realidade. Hoje institutos e universidades federais também estão cada vez mais sucateados e em greve de trabalhadores. Em muitas casos até contam com greves estudantis. Dilma também economiza na educação para pagar a dívida pública aos banqueiros e dar privilégios aos grandes empresários.

O PSTU é contra o fechamento e o sucateamento das escolas! Defendemos apoio incondicional à luta da dos trabalhadores de educação e comunidade escolar contra o fechamento da Escola Aníbal e por sua reforma! Também damos total apoio à luta contra o fechamento da Escola Bela Vista! Somos contra os cortes de verbas na educação pública e a privatização! Chega de Dilma, Cunha, Aécio e Colombo! Por um governo socialista dos trabalhadores sem corruptos e sem patrões!


MARCHA DA CLASSE TRABALHADORA – 18 DE SETEMBRO
A classe trabalhadora, junto com a juventude e todos setores populares, mobilizada, tem força para derrotar todos os governos que aplicam medidas que atacam nossos direitos e conquistas e pioram nossas vidas. Unidos, mobilizados e organizados também temos força para impor um governo nosso botando pra fora todos os corruptos e que governam para os ricos e poderosos. Por isso, está sendo chamada uma manifestação no dia 18 de setembro como um primeiro passo para que a classe trabalhadora possa construir uma alternativa classista e de luta ao governo Dilma (PT), ao PSDB e aos governos estaduais e municipais. Participe da organização do dia 18 no seu estado! Todos à marcha em São Paulo no dia 18!


PSTU – PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO

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* A presente nota o partido apresentou na reunião aberta que realizou a comunidade escolar da escola Aníbal Nunes Pires no dia 01/set. A reunião aconteceu na própria escola. No dia seguinte o secretário de educação, Eduardo Deschamps, deu uma entrevista ao jornal do almoço, da RBS TV, alegando que o Aníbal não seria fechado e que seria revitalizado. Quanto à escola Bela Vista confirmou que realmente pode ser fechada. A mobilização mostrou no caso do Aníbal que dá resultados. Mas devemos ampliar e unificar as lutas para garantir de fato o não fechamento e melhorias nas escolas Aníbal, Bela Vista e em qualquer outra  ameaçada. A luta é nossa única garantia. Devemos defender mais investimentos em educação pública e a aplicação de 10% do  PIB, já!

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